Seja bem - vindo(a) ao meu Blog! Deus te abençoe!

sábado, 24 de setembro de 2011

Sem palavras! O vídeo diz tudo!

A apresentação que para mim foi a melhor até agora da Michely Manuely!Deus está abençoando  grandemente essa menina!

domingo, 11 de setembro de 2011

 Raul Gil Chamou Jotta A e Michely Manuely para cantar uma canção juntos( de improviso) e veja  no que deu.
Se um sozinho já é uma benção, imagine os dois cantando juntos! Que Deus abençoe grandemente esses dois!

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Os perigos da adultização infantil


“Tudo o que será aprendido deve ser disposto segundo a idade, para que nunca se ensine nada que não possa ser compreendido”. (Comenius – Didática Magna)

“O aprendizado depende do nível de desenvolvimento do indivíduo. Ele não pode aprender o que suas estruturas cognitivas ainda não podem absorver” (Piaget).

“Quando eu era criança falava como criança, sentia como criança, discorria como criança” (1 Co 13.11).

INTRODUÇÃO
Hoje em dia, as crianças estão se comportando como se fossem “pequenos adultos”. Cada vez mais cedo, elas assumem responsabilidades, disputam posições em determinadas atividades, buscando múltiplas competências. Desprotegidas, recebem de forma direta a influência de uma sociedade que exige seres perfeitos.
Como se isso não fosse bastante, muitos pequenos sentem o peso das exigências de “gente grande” como a falta de dinheiro ou o problema do desemprego na família.
Esse seminário tem por objetivo questionar a adultização da criança nos dias atuais, discutir suas principais causas e consequências, e apontar a necessidade de mobilização de toda sociedade, especialmente a cristã, a fim de resgatarmos a infância perdida de nossas crianças. O que podemos fazer como cidadãos, pais e educadores cristãos, diante desse processo de adultização da infância? Afinal, o que é infância?

I. A INFÂNCIA CONSIDERADA HISTORICAMENTE
1. A infância na Idade Média.
Até o século XVI, as crianças eram vistas como “adultos em miniatura”; símbolo da força do mal; um ser imperfeito esmagado pelo peso do pecado original, ou simplesmente um companheiro natural do adulto.
Neste sentido, a infância era concebida apenas como um percurso para a vida adulta. Uma visão negativa, pois, nesta idéia, a criança seria um ser inacabado; sem nada específico e original, sem valor positivo.

2. A infância resgatada nos tempos modernos.
No decorrer da história da infância aconteceram diversas transformações do pensamento social em relação á família e á própria infância. A partir do século XVI começa a surgir na sociedade o sentimento e a idéia de infância. A criança, antes relegada ao último plano, passou a conquistar seu espaço social. Desde então, surgiram várias pesquisas fortalecendo o reconhecimento cultural dos pequenos.
Dentre os pesquisadores, Jean Jaques Rousseau (séc. XVIII) merece notoriedade. Em sua obra “Emílio”, na qual defendeu a criança como detentora de uma natureza própria que deve ser desenvolvida, assim asseverou: “A infância é, também a idade do possível. Pode-se projetar sobre ela a esperança de mudança, de transformação social e renovação moral”. E tal visão, perpetuou-se ao longo dos tempos ainda que de forma não linear.

3. A infância nos dias de hoje.
A idéia de infância ressurge fortemente com a sociedade capitalista, urbano-industrial, na medida em que muda a inserção e o papel social desempenhado pela criança na comunidade.
No decorrer dessas transformações e devido ao amadurecimento do pensamento social, a criança passou a conquistar seu reconhecimento na sociedade. A segunda metade do século XX é considerada o período da legitimação do direito da criança. Ela deixa de ser uma “criança-adulto”, para ser um sujeito social. Todavia, é preciso destacar que junto a essas conquistas de reconhecimento dos direitos da criança e sua valorização surgiram também determinadas condições. A mesma sociedade que legitima esse ser social usa de poder para manipulá-lo e sujeitá-lo às novas correntes de pressão social. O cenário da criança hoje, devido a diversas circunstâncias, aponta para uma infância a caminho do desaparecimento. Uma fase que após anos de construção, encontra-se em processo de extinção.

II. OS VILÕES DA INFÂNCIA
Durante muitos séculos a sociedade agiu de maneira indiferente com relação à infância. As crianças, de maneira muitas vezes sutil ou subliminar, são pressionadas a serem pequenos adultos. Imitam hábitos e costumes dos adultos e muitas vezes já nem sentem alegria pela infância, seu desejo é alcançar a maioridade.
1. As mídias, de modo geral. Em se tratando de poder, as mídias são atualmente fortes instrumentos de influência e manipulação na educação e construção desses novos seres “adultizados”. No Brasil, as músicas que as crianças cantam, não são mais tão infantis. As maquiagens, roupas e calçados copiam o adulto como se os gostos fossem os mesmos. As danças sensuais e canções com palavras obscenas já fazem parte do repertório preferido dos pequenos. Meninas usam roupas e objetos que estimulam a sexualidade precoce, assistem aos mesmos programas de televisão e falam a mesma linguagem dos adultos. Garotinhas usam salto alto e meninos de apenas cinco anos de idade já querem se vestir como adultos e já não aceitam usar roupas que possuam qualquer desenho infantil que os faça parecer crianças. Abraçar e pegar na mão do filho é considerado motivo de vergonha. Crianças trabalham e apresentam programas de televisão.
2. Videogames e filmes. Os jogos infantis também mudaram, a diversão agora são os videogames e os filmes repletos de violência. Os brinquedos já vêm prontos, tudo é industrializado, só é preciso manusear. Campeonatos infantis é atração para os pais, que cobram dos filhos ótimos resultados de placar. E quanto a alimentação não há mais distinção entre o lanche do adulto e da criança, todos devem saborear os deliciosos "hambúrgueres" em qualquer tempo. Sem falar da literatura infantil que também está mudando. Até as ruas que antigamente eram lugar de socialização, hoje refletem a falta de relacionamento e interação entre pessoas.

III. REAIS OBJETIVOS DA ADULTIZAÇÃO
Mas afinal, qual a razão de se negar às crianças a alegria das brincadeiras espontâneas? Por que lhes podar a criatividade de fabricarem seus próprios brinquedos? Qual o motivo da sociedade aplaudir tudo isso como se fosse algo natural?
1. Interesse econômico. O fato inegável é que há um interesse econômico por detrás desta realidade. Uma intenção que possui um objetivo: educar as crianças a serem consumidores em potencial. Educar para o consumo e para a submissão de idéias. Produzir consumidores mirins que satisfarão cada vez mais os desejos desse sistema que insiste em condicionar o verdadeiro sentido da infância ao status, dinheiro e mecanização. As crianças estão sendo pressionadas a crescerem depressa, quando na verdade deveriam respeitar seu processo de desenvolvimento, pois não pensam, não sentem nem aprendem como os adultos. Elas precisam de tempo para crescer e pressioná-las a viver como adultas só produzirão seres com dificuldades, inseguranças e conflitos no futuro.

IV. ADULTIZAÇÃO NO ÂMBITO DA IGREJA
1. Cantores, pregadores e mestres mirins. Muitas crianças têm perdido a infância por conta de certos “educadores” que no intuito de realizarem nelas o que gostariam para si mesmos, podam-lhes a alegria, a imaginação, a inventividade e o divertimento. Às vezes, são pais que gostariam de ser cantores, pregadores ou professores de escola dominical, mas que por falta de vocação natural, ou até mesmo de uma chamada divina específica, projetam nos filhos, seus sonhos ou objetivos não-realizados.
Quem nunca viu um menino com menos de dez anos vestido de terno e gravata, cantando, pregando ou dirigindo um culto. E na escola dominical, quantas meninas e meninos são colocados à frente de uma turma, quando na realidade, deveriam estar aprendendo em uma classe de sua faixa-etária.

V. O QUE É SER CRIANÇA? O QUE DIZ A PEDAGOGIA ATUAL?
Na verdade, o que se fala hoje a respeito da infância não condiz com a realidade das nossas crianças, nem com o que fazemos com elas.
É preciso resgatar a verdadeira infância, na qual há um mundo de fantasia, imaginação, criatividade e brincadeiras. Aqui entra o papel do pedagogo cristão, pois como estimulador do conhecimento, poderá trazer para o espaço da escola dominical desafios e valores que conduzam seus alunos a descobrirem a verdadeira identidade da criança segundo os ensinamentos da Bíblia.
Poderá trabalhar dentro dos estágios de desenvolvimento da criança, incentivá-la na leitura da vida e não apenas da palavra, estimulando-a a ler nas "entrelinhas" e a constituir-se como um cidadão capaz de transformar sua própria realidade. Como educador evangélico poderá também questionar junto aos educandos a postura das mídias e se posicionar como um instrumento iluminador de pensamentos e idéias.
Aqui entra a intervenção dos pais, professores de escola dominical, pastores, e de toda a sociedade, que precisa romper com os muros do doutrinamento consumista. Devemos exigir dos setores sociais, inclusive da própria família, da igreja e dos setores de comunicação, uma educação que valorize mais o ser do que o ter. Uma censura a ser respeitada, digna do público infantil e até a criação de um código de defesa do telespectador ou leitor de mídias. É preciso acreditar numa educação de qualidade para todos, a qual prepare as crianças para conhecer, fazer, ser e conviver.

CONCLUSÃO
A história da criança não deve retroceder a um passado de isolamento, e sim estabelecer-se como a história de um sujeito possuidor de direitos, inclusive o direito de voz e o de não ser manipulado pelos adultos. Está-nos proposto o desafio: protegeremos a infância ou continuaremos a reproduzir os interesses de um sistema que insiste em nos dominar?


Veja o texto na íntegra no blog do Pastor Marcos Tuler.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Mimos

Ganhei mais um presentinho! Esse vem do blog EBD  é bom demais!
Era para homenager dez Blogs favoritos. Mas, vou deixar a homenagem  todos aqueles(as) que visitam o meu cantinho.


Visite esse Blog. É muito interessante! Fiquem na paz de Jesus!

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Rir é muito bom!




Em um culto de poder um pastor começa a profetizar e, no meio do falatório, vira para um irmão e diz:


— Seu útero será curaaaadooooo!

O irmão, assustado com aquele erro de conhecimento orgânico, humildemente refuta
— Mas... pastor? Eu não tenho útero!

O pastor, num arroubo de superpoderes e revelação, conclui:

— Creeeeiaaaa... e teráááás!!!



Fonte: Púlpito Cristão

quinta-feira, 4 de junho de 2009

A influência da Barbie

Barbie e sua influência na vida das meninas de todo o mundo.









A Boneca Barbie foi criada em 1958, pioneira na configuração de um modelo corporal que talvez seja o mais tirânico da história ocidental. Mesmo após tantos anos essa boneca continua sendo um ícone de padrão de beleza dos mais insistentes. Tendo habitado na infância de meninas do mundo inteiro por quase meio século, a Barbie tornou-se um verdadeiro clássico nas imposições das leis do corpo perfeito em nossa sociedade. Ela é a líder de venda entre todas as bonecas jamais criadas.

A história da Barbie é muito eloqüente cujo corpo ousou imitar as formas de uma mulher adulta, enquanto os brinquedos mais tradicionais destinados as meninas sempre reproduziram a figura do bebê ou de uma criança. Apesar das convulsões iniciais, hoje sua imagem é considerada perfeitamente normal. Um modelo a ser reproduzido pelo público infantil de várias gerações até a síndrome consumista do “complexo de Barbie”.

O maior problema em relação à Barbie é a influência nos padrões estéticos, de beleza, comportamentais e consumistas. Há mais de 40 anos no mercado, ela vem determinando uma mudança de comportamento feminina. Em seu "mundo cor-de-rosa" ela apresenta uma ideologia que confronta os padrões bíblicos, ou seja, apresenta a mulher como o mundo quer que ela seja, e não como Deus se agrada.

Em contradição com os valores morais cristãos, que devem ser intrínsecos ao ser humano, a Barbie apresenta uma referência de corpo, beleza e aparência ideal, porém externos e transitórios, que são absorvidos pelo seu público alvo principal: as crianças.

Os pais se mostram indiferentes a esta absorção, muitas vezes pela falta de tempo ou atenção, deixam suas filhas consumidoras a mercê destes padrões, só tomando consciência dessas influências por meio de conseqüências graves, como a anorexia e a bulimia, por exemplo.

Às vezes me questiono se estes brinquedos são um objeto de consumo ou um bem ideológico? Pois eles estimulam significativamente a capacidade representativa da imitação, de forma generalizada. Não é a toa que são vendidas 120 milhões de exemplares a cada ano, o que significa que três Barbies são vendidas por segundo, além de ser cotada como referência por garotas do mundo todo. Mas a absorção deste produto vai além dos números, pois aparenta um caráter ideológico cuja mídia se encarrega de veicular. A imagem da Barbie passa a ser um modelo, através dos tempos, sem mesmo que as pessoas se deem conta disto.

O poder de persuasão desta personagem está no fato de que contribuem para a formação do caráter da criança, que brincam de ser e se portar como ela: individualista, consumista, sem vinculo familiar, etc, etc... Características encontradas nas várias versões da boneca Barbie.

Não podemos afirmar que existem pactos satânicos na produção ou comercialização destas bonecas, mas uma influência super negativa para nossas filhas, com certeza! Hoje nos encontramos em uma sociedade onde a beleza espiritual é o que menos importa, pois a beleza física é considerada solução para tudo.

Sem dúvida a Barbie é um objeto de alienação, se levarmos em consideração o seu mundo de fantasia, uma realidade distorcida e utópica de um glamour cor de rosa. Então ela não educa, mas ilude, pois causa uma falsa sensação de status, em detrimento da formação do verdadeiro caráter moral, baseado em princípios idôneos.

"Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas convêm. Todas as cousas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma delas.” - 1 Cor 6:12

Cabe ao cristão atentar, com diligência, para as coisas que a Bíblia nos exorta, para que em tempo algum nos desviemos da Palavra (Hb 2:1)
Convém ouvir as coisas de Deus, pois elas nos trazem santidade e a vida eterna. Convém a nós ouvir e fazer uma separação entre os padrões do mundo e os mandamentos de Deus.